Da Redação JM Notícia

Jovens católicos foram agredidos por manifestantes LGBTs

Um grupo de católicos holandeses protestavam contra uma campanha de uma marca de roupas que exibia casais homossexuais quanto um grupo de ativistas LGBT chegou para fazer um contraprotesto e atacaram os cristãos com muita agressão.

Segundo o site Christian Post, os ativistas LGBT assediaram e cuspiram nos cristãos durante este protesto que aconteceu no começo do mês contra o grupo Stichting Civitas Christiana (SCC), um grupo católico pró-família holandês.

Com máscaras, os ativistas tentavam impedir que os católicos se posicionassem contra a marca Suitsupply que espalhou dezenas de outdoor pelo país exibindo poses sexualmente explícitas e homoeróticas.

Violência física também foi registrada no meio da confusão, nervosos, os pró-LGBTs pisotearam, chutaram, deram socos e destruíram os panfletos que os católicos distribuíam contra a marca de roupas.

“Alguns são hipócritas porque estão pregando que devemos ser tolerantes com eles. Eles eram muito agressivos. Eles eram intolerantes”, declarou um estudante. “A polícia teve que intervir muitas vezes”, acrescentou. “Eu acho que isso diz muito sobre a situação.”

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Entre a confusão, os ativistas começaram a declarar que “Deus é gay” e “Viva Satanás” para provocar os católicos e gerar ainda mais confusão.

Para o fundador da SCC, Hugo Bos, os manifestantes LGBT provaram que são intolerantes e não praticam o que pregam. “Sua ideia de liberdade de expressão é uma farsa porque só conta para as opiniões ‘corretas’, e as opiniões contra o casamento gay não são politicamente corretas e não têm lugar na esfera pública, para eles”, afirmou Bos.

O site Church Militant declarou ainda que um ativista LGBT concedeu entrevista à imprensa local declarando que os católicos não poderiam ter voz na sociedade por serem “homofóbicos” e “fascistas”.

Apesar da confusão, Bos declara que a SCC fará outras campanhas, sempre defendendo a família tradicional. “Não vamos parar até que a família esteja completamente protegida da revolução sexual”.

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