Da Redação JM Notícia

Procurador Deltan Dellagnol e o juiz Marcelo Bretas

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar o pedido de habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente Lula, documento que poderá impedir que o petista seja preso até que o caso esteja trânsito em julgado.

O julgamento então, fará com que o STF decida sobre a prisão a partir da condenação da segunda instância, o que irá afetar não apenas o ex-presidente, mas todos os demais presos no país que não tiveram seus casos concluídos na Justiça.

Para que a decisão do STF seja pela prisão após condenação em segunda instância, o procurador Deltan Dallagnol, que coordena a equipe do Ministério Público na Operação Lava-Jato, resolveu fazer uma campanha de jejum e oração e falou sobre isso nas suas redes sociais.

“4ª feira é o dia D da luta contra a corrupção na #LavaJato. Uma derrota significará que a maior parte dos corruptos de diferentes partidos, por todo país, jamais serão responsabilizados, na Lava Jato e além. O cenário não é bom. Estarei em jejum, oração e torcendo pelo país”, escreveu o procurador no Twitter.

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O juiz Marcelo Bretas, responsável da Justiça no braço fluminense da Lava-Jato, compartilhou a publicação de Dellagnol e se comprometeu a fazer o mesmo. “Caro irmão em Cristo, como cidadão brasileiro e temente a Deus, acompanhá-lo-ei em oração, em favor do nosso País e do nosso Povo”, escreveu o magistrado.

Dellagnol e Bretas não serão os únicos a jejuarem e orarem por esta questão, a Convenção Batista Brasileira convocou os evangélicos para juntos participarem de uma campanha para que o STF decida a legalidade da prisão a partir da condenação em segunda instância.

https://twitter.com/mcbretas/status/980578775195963392