Da Redação JM Notícia 

Governador Marcelo Miranda  (Foto:Frederick Borges/Governo do Tocantins)

Na sexta-feira passada (6) o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar permitindo que o governador cassado voltasse ao seu posto até que todos os embargos sejam julgados. Naquele mesmo dia o ministro Luiz Fux emitiu uma edição especial do Diário da Justiça Eleitoral convocando o Ministério Público a se manifestar sobre os embargos apresentados pela defesa do governador.

E nesta segunda-feira (9) o Ministério Público pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que rejeite os embargos, afirmando que o governador tenta um ‘rejulgamento’ do caso e tenta desqualificar provas.

A promotoria disse também que a sentença dada pelo TSE é sólida e não há vícios no acórdão. Com este posicionamento apresentado, a Justiça Eleitoral intimou o governador e a coligação dele a apresentar contra-argumentos em um prazo de três dias. Somente depois disso o TSE deve tomar uma decisão.

A celeridade do processo pode fazer com que Marcelo Miranda e Cláudia Lelis tenham a cassação confirmada, voltando o governo para Mauro Carlesse que é presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins.

VEJA TAMBÉM
Ação do MPE questiona distribuição de policiais no Estado e exige contratações

Entenda
A chapa de Miranda e Lelis é investigada pela campanha de 2014, por um possível esquema de caixa dois após uma aeronave ser apreendida com R$ 500 mil em dinheiro.