Da Redação JM Notícia

Ponte em Porto Nacional está em péssimas condições
Em virtude das más condições da ponte sobre o Rio Tocantins, em Porto Nacional, o governador Mauro Carlesse determinou à Agência de Transportes e Obras (Ageto) a instalação de uma balsa para travessia de carretas no local. A intenção do governador é facilitar o escoamento da produção da região e evitar riscos à vida dos usuários, diante do grau de comprometimento da estrutura da ponte.

Porto Nacional é um dos maiores produtores e exportadores de grãos do Estado e a ponte no local constitui a principal ligação com o Pátio Multimodal de Luzimangues e à BR-153. Atualmente o trânsito está limitado a 30 toneladas, com isso, para chegar à Capital, veículos que ultrapassam o limite de peso imposto por meio de Decreto precisam ir até Paraíso do Tocantins, aumentando a distância em 100 km encarecendo o frete e os custos de produção.

A Ageto está contactando empresas do ramo de balsas que operam no Estado do Tocantins. O governador pediu urgência nas negociações, para que o serviço de travessia ocorra o mais rápido possível.

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Construída entre os anos de 1976 e 1979 a ponte de Porto Nacional tem 900 metros e liga o tráfego da TO-050, pelo trevo da TO-255 com a TO-070, até a BR-153. Em 2011, por causa de danos estruturais, o trânsito pesado foi limitado.

Nova ponte

A travessia de balsa é para atender o transporte de cargas até a construção da nova ponte já em fase de liberação de recursos para início das obras, que serão financiadas por meio de operação de crédito entre o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal (CEF), no valor atualizado de R$ 130 milhões. Esta semana o governador Mauro Carlesse esteve em Brasília, onde tratou junto à diretoria da Caixa dos trâmites para liberação dos recursos e a expectativa é que isso aconteça em breve e que as obras sejam iniciadas.

A ponte terá 1.488 metros de extensão, sendo 1.088 m de armação de concreto e 400 metros de aterro. De acordo com informações da Ageto, já foram realizadas todas as sondagens e concedidas as licenças ambientais à Rivoli do Brasil S.P.A, empresa ganhadora da licitação.

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