Da Redação JM Notícia

Com a criação do Movimento Nacional de Mulheres do Ministério Público, a entidade passará a discutir questões de gênero relacionada à carreira dentro do Ministério Público, pensando em promover a equidade entre homens e mulheres.

São mais de 310 promotoras e procuradoras em todo o país que fazem parte deste movimento que visa criar ações eficazes e projetos inovadores para as mulheres na ativa e aposentadas do Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Militar, Ministério Público Federal e Ministério Público estadual, Ministério Público do Distrito Federal e Ministério Público de Contas.

Além desse movimento, uma proposta já enviada pelo conselheiro Silvio Roberto Oliveira de Amorim Junior, do Conselho Nacional do Ministério Público, à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também trata sobre o tema, obrigando a promoção da igualdade de gênero institucional.

Um levantamento deve ser realizado para mostrar a atual situação das mulheres nos cargos de decisão e liderança dentro do MP em todo o Brasil, para assim nortear ações que venham a igualar os benefícios entre homens e mulheres que trabalham para a instituição.

A quantidade de mulheres atuando o órgão já levanta polêmicas, pois dos 10.650 membros ministeriais, 6.303 (59%) são do sexo masculino e 4.347 (41%) são do sexo feminino, segundo um levantamento feito por algumas promotoras de Minas Gerais, Paraná e Maranhão.

Mas além de pedir mais mulheres nos cargos, o movimento pede outros direitos como participar de networking e de reuniões que as mulheres geralmente não participam, entre outros pedidos que serão apresentados no próximo dia 26 durante um encontro em São Paulo.

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