Da Redação JM Notícia

O jornal O Estado de São Paulo entrevistou o deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) para falar sobre a atual situação do país e o político evangélico mostrou sua posição conservadora a respeito do que tem visto.

“Está caótico e sem luz no fim do túnel”, disse ele ao listar que a imprensa brasileira tem “um papel fundamental no momento pelo qual o Brasil passa”, colocando parte da culpa nos órgãos de imprensa.

Segundo ele, a imprensa dita as regras e “tem a força do povo nas mãos”, logo, como a mudança passa pelo povo cabe a imprensa guiá-los para esse caminho. “A grande mudança passa pelo povo. E o povo segue a imprensa. Só que a imprensa livre precisa ser imparcial, isenta. Não pode ser tendenciosa”, disse Feliciano.

O parlamentar, que tentará se reeleger e conquistar o terceiro mandato, não são apenas os jornais, rádios e revistas que podem orientar os brasileiros, mas também as novelas, criticando diretamente a Rede Globo.

“A Globo faz um mal sem tamanho para o Brasil, principalmente para a estrutura da família brasileira. Eles pegam muito pesado a respeito de família, a respeito de evangélicos. Toda vez que aparece um evangélico na novela ele é louco ou extremamente irracional. Eu entendo que a Globo tem a mim como inimigo”.

É impossível ser evangélico de esquerda

Outro ponto polêmico da entrevista é a fala do pastor sobre evangélicos que se identificam com a esquerda política. “É impossível que o verdadeiro evangélico, o verdadeiro cristão seja de esquerda. Agora até temos os evangélicos conservadores e os evangélicos progressistas… Quando eu vejo um pastor dizer que é socialista, de esquerda, ele está cometendo um erro gravíssimo. Pois ele instrui os incautos a seguirem esse pensamento. Eu não consigo conceber essa ideia”.

Feliciano não poupa críticas à esquerda, movimento este que o persegue politicamente, principalmente o movimento LGBT que o tem como inimigo. “Eu respeito homossexuais, mas não respeito ativistas LGBT. O ativista é aquele que ganha dinheiro para lutar por isso. Eu respeito homossexuais porque tenho amigos homossexuais que frequentam a minha casa. Tenho amigas lésbicas, tenho amigas que moram juntas”, reitera.

Acusado por esses grupos de ser homofóbico, Feliciano discursa contra a violência contra homossexuais. “Ninguém deve morrer por causa da sua orientação sexual, por causa da cor da sua pele, por causa da sua religião. Isso é vilania, é animalesco. Só que nós vivemos em uma sociedade doente. A culpa é da sociedade, que se cala quando tem que falar e fala quando tem que se calar”. Com Informações O Estado de São Paulo

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