Por Francisco Vieira Vieirinha

Na campanha suplementar do segundo turno pareceu que o ódio e a raiva controlava muita gente. Alguns nem se importavam com os reflexos negativos afugentando a participação do eleitor.

Isto significa que sem o eleitor indo votar, não teremos a quem legitimar uma governança.

O desprezo entre simpatizantes de diferentes grupos politicos é mútuo. Cada um pensa que os opositores são uma ameaça e fazem com que eles se sintam com medo.

A polarização em torno da eleição de outubro deve agravar o quadro de divisão entre as pessoas, e não me surpreenderia se nos próximos meses muitos deixassem de falar um com outro.

Acontece que fake os produtores de noticias falsas e agencias de marketing são preparadas para aterrorizar as nossas lembranças que deixa profundamente campanhas armazenado no nosso cérebro.

Já falamos várias vezes aqui nesta coluna que o eleitor tem memória curta, mas o recado chamou a atenção para os resultados dos votos nulos, brancos e abstenções que ultrapassou a quantidade de votos válidos.

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Na última terça-feira (26) o ministro Luiz Fux, aceitou os pedidos feitos pela defesa do ex-governador cassado enviando o processo para análise do (STF) ou seja todo o processo será julgado novamente.

Segundo o procurador eleitoral do estado, é pouco provável que o ex-governador volte a governar o Estado. O achismo não é coisa só de eleitor.

E tenho dito.

Francisco Vieira Vieirinha.

Publicitário e Jornalista DRT – 0001018/TO.