As denúncias de corrupção que envolvem mais de duas centenas de parlamentares, governadores e até ex-presidentes pode mudar o cenário político em 2018.

A chamada bancada religiosa no Congresso Federal tem preocupado as classes que mais sofrem devido a sua posição conservadores e que é, para aqueles, um verdadeiro empecilho no avanço de suas pautas, sejam elas progressistas ou mesmo seus projetos políticos que envolvem corrupção. Para o desespero maior destes, a tendência é que o número de políticos ligados a igrejas deva crescer nas eleições de 2018 e com isso a bancada se fortalecer mais ainda, conforme explica essa matéria do nosso portal.

Pensando nisso, o governo patrocinará a criação de um grupo para contestar as bancadas religiosas. A chamada “Frente Inter-religiosa” receberá R$ 100 mil (R$ 80 mil em 2018 e R$ 20 mil em 2019). Uma das propostas é “debater e elaborar estratégias de enfrentamento ao fundamentalismo religioso”, porém líderes do segmento enxergam que veladamente há uma decisão de querer enfraquecer a voz dos cristãos no país. O grupo também terá de realizar um seminário sobre o tema. O evento ainda não tem data marcada.

Conforme informado pelo O Globo , o convênio foi firmado pela Secretaria de Política para Mulheres com a organização Católicas pelo Direito de Decidir.

VEJA TAMBÉM
Bando encapuzado tenta assassinar pastor no PA
Analistas acreditam que as denúncias de corrupção darão espaços para religiosos e personalidades da mídia

Pré-candidatos

Marisa Lobo, Deputado Eli Borges, vereador Otoni de Paula, pastor Abílio Santana,  cantora Vanilda Bordieri são alguns dos nomes do meio evangélico que devem concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados em 2018.

Pastor Takayama, Zequinha Marinho, vice-governador do Pará e o pastor Guaracy Júnior são alguns dos nomes também de evangélicos que vão disputar o senado.