Da Redação JM Notícia

Grupos femininas lutam para aprovar o aborto na  Argentina (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)

Os senadores da Argentina estão debatendo o projeto de legalização do aborto que foi aprovado na Câmara há alguns meses. De acordo com o jornal argentino Clarín, tudo indica que o Senado irá rejeitar a proposta, mantendo o aborto como crime, com algumas restrições.

Segundo as apurações do jornal argentino, a senadora do Partido Justicialista, Inés Blas, estava entre os 6 senadores que não haviam declarado seus votos ao público. Contudo, ela indicou na terça-feira (31) que votará contra a legalização do aborto.

Ao todo, 35 senadores votarão pelo “não”, 32 votarão pelo sim. A resposta dos outros cinco senadores poderá definir um assunto tão delicado e polêmico que vem sido debatido em outros países da América Latina.

O bloco antiaborto poderá ganhar porque uma senadora está de licença maternidade e não participará da votação e outra já adiantou que irá se abster de votar. Se permanecer com 35 votos pelo “não”, a proposta de legalizar a interrupção da gravidez será rejeitada pelo Senado.

A senadora Gabriela Michetti, vice-presidente do Senado argentino, deverá desempatar a votação, caso fique empatado. Ela é contra o projeto aprovado na Câmara, sendo então a segunda questão levantada pelo Clarín dando certo que o aborto não passará na Argentina.

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