Da Redação JM Notícia

Foto meramente ilustrativa (Foto: Pixabay)

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou na manhã desta sexta-feira (3) a primeira audiência pública para debater a legalização do aborto, respondendo a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 apresentada pelo PSOL.

O texto pede que o STF exclua do âmbito de incidência dos dois artigos a interrupção da gestação induzida e voluntária realizada nas primeiras 12 semanas, “de modo a garantir às mulheres o direito constitucional de interromper a gestação, de acordo com a autonomia delas, sem necessidade de qualquer forma de permissão específica do Estado, bem como garantir aos profissionais de saúde o direito de realizar o procedimento”.

Diante dos riscos de uma possível liberação da interrupção da gravidez, líderes religiosos, que acreditam que a vida começa na concepção e que o aborto é assassinato, convocoram os cristãos para uma campanha de jejum de oração.

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, da Igreja Presbiterina do Brasil, compartilhou em suas redes sociais o pedido de oração feito pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE), que já enviou um documento aos STF apresentando seu posicionamento, baseado na lei, para que o aborto não seja legalizado.

O pastor Cleiton Collins, deputado estadual em Pernambuco, também gravou um vídeo pedindo para que os cristãos se unam em oração contra essa ameaça. “Nós entendemos a vida começa na concepção, então pedimos a você que ore, pois neste exato momento no STF tem os defensores do aborto e aqueles que não concordam”, declarou ele sobre a audiência pública.

A audiência durará todo o dia e na próxima segunda-feira (6) uma nova audiência será realizada para que os ministros do STF possam levar em consideração todos os lados para então proferir uma decisão.

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