Da Redação JM Notícia

Davi Sacer, Elaine de Jesus, Lydia Moisés e David Quinlan se posicionaram politicamente em suas redes sociais

Nas últimas semanas inúmeros artistas e personalidades da mídia levantaram a hashtag #EleNão, criticando o candidato Jair Bolsonaro (PSL) e dizendo que não o querem como presidente da República.

Por outro lado, vários cantores evangélicos estão usando a hashtag #EleSim e se posicionando à favor do candidato que representa a direita política e o conservadorismo.
O primeiro a se manifestar foi o cantor e pastor André Valadão que gravou um vídeo para esclarecer seus motivos o que levam a apoiar o candidato do PSL.

Esta semana o cantor Davi Sacer também gravou um vídeo, dizendo que não tem medo de dizer que é favorável ao candidato. “Eu acho um absurdo cristãos, evangélicos ou católicos e pessoas de bem, votarem em quem é contra a família, a favor do aborto, pela liberação das drogas, gente que defende a pedofilia, gente corrupta e que tem roubado o Brasil nos últimos 30 anos. Lula, Temer, Dilma, Fernando Henrique, Collor de Melo, essas pessoas e seus partidos acabaram com o Brasil, não é possível que a memória de alguns seja tão curta”, escreveu ele na postagem. Assista aqui.

A cantora Lydia Moisés mudou a foto do seu Instagram com um tarja em apoio ao candidato e escreveu “#EleSim” na legenda da foto sem dar maiores esclarecimentos sobre sua posição política.

A cantora Elaine de Jesus também tem se posicionado em defesa de Bolsonaro no Instagram, desde o dia que o candidato sofreu um atentado, ela tem compartilhado mensagens sobre o fato e demonstrado na foto do seu perfil que ela o apoia.

O cantor Davi Cerqueira também usou o Instagram para apoiar o candidato do PSL: “Medo nenhum de me posicionar. Respeito SEU Candidato. Não vou tentar te convencer a mudar de voto, mas eu acredito nesse cara! E digo #ELESIM”, escreveu ele.

O cantor David Quinlan foi mais discreto, declarou que estava orando pelo candidato no dia do atentado e na semana passada compartilhou uma imagem de Martin Luther King a respeito sobre criar inimigos ao dizer o que pensa e se declarou como apoiador da direita política. “A minha opinião não tem que ser igual à sua (sou e apoio a direita), e nem a sua igual à minha, mas precisamos nos respeitar, isto é o mínimo que podemos fazer um pelo outro. À despeito do que aconteça eu espero que em breve a gente possa se ver como irmãos outra vez. Orando pelo nosso país”, disse ele sem citar Jair Bolsonaro na publicação.

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