Da Redação

Nome não era a primeira opção da bancadas, mas foi aprovado por suas posições conservadoras

Membros da bancada evangélica se sentem “contemplados” com a escolha do colombiano Ricardo Vélez Rodriguez, de linha conservadora, para ministro da Educação no governo Bolsonaro .

— Excelente nome. Não é uma pessoa próxima de mim, vi ele algumas vezes aqui no Rio. Não é da minha rede de amizades. Nós não queremos esquerdistas lá, só isso — afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).

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—  Já disse e repito: Nosso apoio ao Bolsonaro é por vinculação de princípios. Pode ter certeza de que é um excelente nome, ligado à Educação. De 1 a 100, dou 100 a Bolsonaro pela escolha do nome. Não o conheço pessoalmente, mas seu currículo é notável na área do ensino — disse ao GLOBO.

O deputado Marco Feliciano (PODE-SP) também afirmou que confia na escolha do presidente eleito e acredita que seja um bom nome, apesar de não conhecer Vélez e suas ideias.

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Em um primeiro momento, o nome de Mozart Neves, diretor do Instituto Ayrton Senna, circulava na imprensa nesta quarta-feira e foi duramente criticado por evangélicos.

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A insatisfação foi exteriorizada por Sóstenes e outros deputados à equipe de transição. Neves não mostrou ter compromisso com o movimento Escola sem Partido, que prega o fim de uma suposta doutrinação ideológica esquerdista nas escolas e universidades.

Com informações O Globo