Advogada, educadora e uma das maiores militantes pró-vida e prófamília da história do Brasil pode mudar os rumos dos direitos humanos nos Brasil. Foto: Reprodução

A pastora evangélica Damares Alves, assessora parlamentar de Magno Malta(PR-ES), foi convidada por Bolsonaro para ocupar o posto de ministra de Direitos Humanos e Mulheres. Ela tem apoio dos conservadores em geral, pois suas pautas principais são em defesa da vida e das crianças.

A informação foi confirmada por alguns dos principais líderes da bancada evangélica, que não quiseram se identificar. Ela é vista como um nome de confiança por Bolsonaro. Seria a segunda mulher dos ministérios do presidente eleito após Tereza Cristina (DEM-MS), convidada para a Agricultura.

Advogada, educadora e uma das maiores militantes pró-vida e pró-família da história do Brasil, Damares Alves foi a escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro para ser ministra dos Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial.

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, pastor Hidekazu Takayama disse em
entrevista exclusiva ao Agora Paraná que vê com bons olhos a indicação de Damares pelo
presidente eleito. “Ela tem defendido as nossas pautas e bandeiras da fé cristã. Temos inteira confiança no trabalho da Dra. Damares que tem o nosso apoio. Embora, ela não faça parte da lista tríplice da bancada para um Ministério, a Frente Parlamentar Evangélica reafirma o apoio a Jair Bolsonaro. Não estamos aqui para barganhar cargos, mas para contribuir com a mudança da história do Brasil”, disse Takayama.

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Fontes extraoficiais afirmam que Damares vai dar uma resposta à Bolsonaro até a próxima
terça-feira. Caso aceite, ela será a segunda mulher a ocupar um ministério do governo Jair
Bolsonaro, após Tereza Cristina (DEM-MS), convidada para a Agricultura. À frente do
Ministério dos Direitos Humanos, Damares pode quebrar o paradigma do falso Direito Humano criado pela esquerda brasileira nos últimos governos que setorizou os “Direitos Humanos” e restringiu esse tema tão importante para o envio de recursos para questões ideológicas e manifestações LGBTI capitaneados por uma militância que atenta contra os princípios da família brasileira tentando a qualquer custo implantar a ideologia de gênero nas escolas. Ela terá a oportunidade de colocar no trilho esse assunto tão importante para a nação.

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Damares é uma das principais referências no indigenismo. De tão apaixonada que é pelos
povos indígenas, adotou uma pequena indiazinha. Também tornou-se referência no resgate de crianças indígenas em situação de risco e principal responsável pela aprovação da Lei Muwaji, que visa proteger crianças indígenas rejeitadas que seriam vítimas de infanticídio.

Para a jornalista indígena Sandra Terena, vencedora do prêmio Internacional Jovem da Paz
em 2009, a indicação do presidente eleito pode mudar a história dos Direitos Humanos para os povos indígenas. “Damares conhece profundamente a necessidade do nosso povo. A “era petista” foi o pior momento da história do Brasil para os povos indígenas, sobretudo quando o ex-presidente Lula assinou o decreto 7056 que extinguiu muitas administrações da Funai pelo nosso país. Ao contrário do que diziam por aí, o governo Bolsonaro pode desfazer os estragos feitos pelo governo Lula e Dilma. Nós, povos indígenas, fomos usados por esse governo e depois subjugados pelo próprio Estado. E Damares vai revolucionar os Direitos Humanos em todas as áreas, principalmente na questão da igualdade racial”, disse.

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O nome de Damares tem sido consenso. Para Gessé de Roure Filho, diretor nacional do
Parlamento & Fé Brasil, a informação está sendo bem recebida no meio cristão. “Diante da
notícia divulgada abordando a nomeação da Dra. Damares para o Ministério, queremos
manifestar nosso irrestrito apoio à referida indicação. Trata-se de uma profissional altamente qualificada para o cargo, com profundo conhecimento e experiência sobre os assuntos que envolvem a pasta”, disse.

Referência no combate à automutilação e suicídio de crianças, adolescentes e jovens, muito
antes de vir à tona a história do jogo “Baleia Azul”, Damares já era referência na luta para
salvaguardar esse público. Os números dessa prática são assustadores, cerca de 20% dos
adolescentes se mutilam no Brasil, dentro de seus quartos sem que seus pais percebam. Há muitos anos, Damares tem viajado por todo o Brasil para alertar os pais sobre essa prática nociva que tem se popularizado no Brasil.

Com informações O Globo e Agora Paraná (Oswaldo Eustáquio)