Da Redação JM Notícia

Vereador Diogo Fernandes vai requerer na Justiça a quebra de contrato com a empresa BRK

O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara de Palmas, vereador Diogo Fernandes (PSD), afirmou durante audiência pública nesta quarta-feira (05), que tratou sobre os serviços prestados e as tarifas cobradas pela BRK Ambiental, empresa concessionária que presta serviços de saneamento em Palmas, que vai acionar o Poder Judiciário para que seja quebrado o contrato entre a empresa BRK e a Prefeitura de Palmas.

De acordo com parlamentar, os valores praticados pela empresa são abusivos, e ressaltou que o tratamento de esgoto do município de Palmas não está sendo feito de forma adequada, e citou o bairro Berta Ville e a  Praia das Arnos.

Fernandes ainda, abordou sobre supostas denúncias de que a água da Capital não estaria sendo  tratada de forma adequada, bem como ressaltou que a empresa é pelo terceiro ano consecutivo, a campeã em reclamações no Procon da Capital.

 “Já realizei na Comissão de Constituição, Justiça e Redação várias audiências públicas, para debater o descumprimento das Leis por parte da BRK, mas, vocês não respeitam essa Casa de Leis, tão pouco os consumidores dessa cidade. Com vocês eu converso agora na Justiça”, disse Fernandes.

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Filipe Fernandes: “Esta Câmara tem o poder de cancelar o contrato da BRK”

No último dia 24 de outubro, na Comissão de Políticas Públicas e de Políticas Sociais da Câmara de Palmas, foi realizada audiência pública para discutir sobre a contaminação nas águas da Praia das Arnos e o mau cheiro da Estação de Tratamento em Bertaville.

Durante a audiência, o vereador Filipe Fernandes  citou o mau cheiro no setor Bertaville, que foi gerado pela estação de tratamento que existe região e questionou a qualidade da água que é servida. “Devemos cobrar não só o esgoto que é jogado no lago, mas também a qualidade da água que está sendo servida pra gente”, alertou o vereador.

Para finalizar, o vereador declarou: “Esta Câmara tem o poder de cancelar o contrato dela e fazê-la prestar o serviço em outro estado”.