Da redação JM

Ataídes Oliveira (PSDB), ex-senador pelo Tocantins, usou o Twitter para alertar ao Brasil o perigo que Rena Calheiros traz ao país, caso seja eleito novamente para a presidência do Senado.

Só quem conhece RENAM como eu, sabe o risco que ele causará ao nosso País. Como presidente do Congresdo Nacional, poderá destruir o Governo Bolsonaro. O primeiro a cair será Sérgio Moro. Pense nisso!“, disparou Oliveira.

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Quem também fez um alerta foi a deputada federal por São Paulo, Janaína Paschoal.

A eleição

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Nesta sexta-feira (1º), 54 senadores eleitos ou reeleitos em 2018 iniciarão mandatos com duração de oito anos no Senado. Essa longa jornada começará com uma decisão das mais importantes: horas depois da posse, a nova composição da Casa elegerá o presidente que comandará o Senado pelos próximos dois anos. A votação será, a princípio, secreta.

Para ser eleito, o candidato precisa receber no mínimo 41 votos. O presidente do Senado também ocupa o cargo de presidente do Congresso Nacional – ele comanda as sessões conjuntas de deputados e senadores.

Entraram na disputa tanto novatos no Senado quanto nomes conhecidos da política – como o senador Renan Calheiros, que está no quarto mandato e é o candidato oficial do MDB à presidência da Casa.

A presidência do Senado, entretanto, é um cargo de muito poder que não abre “espaço para aventureiros” na visão do cientista político e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marco Antonio Teixeira.

“Não há muitas surpresas porque as articulações são definidas (de antemão) e os candidatos fazem campanhas com estratégias de convencimento usando todos os meios possíveis. Há as candidaturas ‘folclóricas’ que participam, mas não têm condição de disputa”, diz ele.