Da redação JM

Pactuar metas e dar continuidade a parceria já existente entre a Vigilância Sanitária Municipal (Visa) e o Sebrae foram algumas das pautas discutidas durante reunião entre representantes de ambos órgãos realizada nesta quinta na sede da Visa.

Um dos pontos definidos foi o calendário anual para as palestras técnicas, que deverão ocorrer pelo menos duas vezes ao mês envolvendo as áreas da saúde, de interesse da saúde e de alimentos, além de futuras melhorias no processo de Educação Sanitária envolvendo os Microempreendedores Individuais (MEI) e os outros públicos empresariais de Palmas.

De acordo com o gerente da Visa Municipal, Márcio Trevisan, o órgão empenhado na implantação do Núcleo de Educação em Vigilância Sanitária (Nevs). “Os servidores da Vigilância Sanitária vem imprimindo esforços no setor desde 2007 para realizar através da educação sanitária a inserção de conceitos, práticas e noções de segurança sanitária e assim despertar na comunidade empresarial o entendimento sobre a necessidade da realização de melhorias nos fluxos e respeito aos procedimentos de boas práticas visando minimizar os riscos de danos sanitários na saúde da população, envolvendo as atividades comerciais existentes em Palmas”, explica Trevisan que vê o Sebrae como grande aliado nesse processo de formalização do núcleo.

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Trevisan reforça que o grupo de servidores da Visa desenvolve junto às universidades desenvolvendo pesquisas acadêmicas e em prol de farmacovigilância e reconhecimentos de novas tecnologias; além de realizar cursos, palestras, visitas técnicas, avaliação de documentos e inspeções sanitárias em busca de regularizar as empresas com licenciamento sanitário, elevar a segurança sanitária das atividades comerciais envolvidas e colaborar com o desenvolvimento econômico da cidade. “Juntos com o Sebrae demonstramos que pode-se abordar de maneira colaborativa e educativa a comunidade para realização dos trabalhos de Visa, diminuindo as resistências entre o setor regulado e regulador, produzindo resultados mais abrangentes e duradouros no cenário municipal, estabelecendo canais de diálogo educação e assessoria para solução dos problemas sanitários, sendo essa uma alternativa para a abordagem fiscalizadora tradicional”, conclui.