Da Redação – Ricardo Costa

Vereadores de Araguaína repudiam inclusão da ideologia de gênero no Tocantins

Durante sessão ordinária realizada na Câmara Municipal de Araguaína na tarde desta terça-feira, 12, o vereador Wagner Enoque (PRB) repercutiu naquela Casa de Leis a ação do Conselho Estadual de Educação do Tocantins em aprovar a inclusão do ensino da ideologia de gênero na grade curricular do ensino infantil e fundamental das escolas tocantinenses.

Nesta Casa de Leis já tem dois anos que defendo uma bandeira e essa se chama família”, pontuou o vereador para logo em seguida mostrar sua indignação com a publicação da Resolução Nº 235, de 30 de novembro de 2018, que traz de volta às escolas do Tocantins o ensino em sala de aula de “educação sexual” e “ gênero”.

Hoje fiquei muito triste por ver a atuação do Governo do nosso estado novamente trazer um assunto que foi tema de dois anos de debate, não só nas Câmaras Municipais, mas nas Assembleias Legislativas e em todo o Brasil, e esse assunto para mim estava encerrado, mas o Governo agora trouxe à tona novamente, ” lamentou o vereador araguainense.

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Enoque disse ao final de sua fala que vai trabalhar contra a decisão Conselho Estadual de Educação, órgão este que é vinculado à secretaria Estadual de Educação.

Como vereador por Araguaína, estou para defendera família…eu compro essa briga novamente e não aceito que isso entre na nossa cidade”, frisou, convidando seus colegas para juntos combaterem a proposta em Araguaína.

Em seguida, o vereador Carlos Silva (PSDC) criticou a decisão do CEE.

O tema que foi novamente trazido à tona é bem polêmico, até porque contraria todos os princípios pelos quais os defensores da família vêm brigando para que os valores nãos ejam perdidos.”

Silva ainda ressaltou que “é de se estranhar essa atitude do governador” e convidou os vereadores e deputados estaduais para se manifestarem em busca do diálogo a fim de que o documento seja revisado.

vereador Terciliano Gomes

O vereador Terciliano Gomes (Solidariedade) também rebateu e disse que isso é “grave” e um “retrocesso.”

Eu quero respeitar o posicionamento individual de cada parlamentar e de cada cidadão, mas como eu falei, a formação moral, religiosa e sexual dos meus filhos compete a mim e à minha esposa, não ao poder público, ao Estado.

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A vereadora Zezé Cardoso (PSDB) disse que “como mãe, como avó” também jamais “quer isso” para seus filhos.

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