Por Wagner Hertzog

Quem realmente conhece as profecias bíblicas, sabe que vivemos nos últimos dias do satânico sistema de coisas, o período final que antecede a grande tribulação, o que é muito bem descrito no livro de Revelação, o último livro da Bíblia. A perseguição global a cristãos atesta isso perfeitamente; usualmente inflamada pela retórica agressiva da autoritária ideologia progressista – a ponta-de-lança da cristofobia – que tenta, por enquanto de formas relativamente sutis, extirpar o cristianismo da sociedade contemporânea, para constituir um estado secular ateu.

Atualmente, o governo chinês – que, sem dúvida nenhuma, pode ser classificado como a mais brutal e opressiva ditadura que há no mundo – está ardorosamente empenhado em erradicar todas as religiões que existem no seu território. Evidentemente, os cristãos entraram na mira do despótico governo do autoritário e maléfico tecnocrata Xi Jinping. O governo chinês pretende reescrever e reinterpretar a Bíblia, pois o livro sagrado é considerado incompatível com os ideais do socialismo. Há um plano do governo chinês em andamento de reestruturar e reformular o cristianismo dentro de cinco anos, para deixá-lo de acordo com a doutrina socialista.

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As políticas altamente restritivas e autoritárias do governo chinês sobre organizações religiosas aumentaram de forma excepcional recentemente. Igrejas, templos e congregações estão sendo demolidos, símbolos cristãos estão sendo arbitrariamente removidos, e elementos patrióticos e nacionalistas estão sendo compulsoriamente instaurados nos cultos religiosos. Hastear a bandeira, cantar o hino nacional e entoar cânticos comunistas fazem parte de um conjunto de imposições governamentais que gradualmente estão tomando conta das igrejas na China.

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Retrocesso monumental para as liberdades individuais – que deveriam ser sagradas e invioláveis – o reverendo Bob Fu, que mora nos Estados Unidos, afirma que “a liberdade religiosa na China chegou realmente ao pior nível, que não é visto desde o início da Revolução Cultural pelo presidente Mao Zedong, nos anos 1960”. E isso certamente servirá de pretexto para que o estado avance com legislação autoritária sobre a sociedade de forma cada vez mais agressiva e despótica.

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Evidentemente, o cristianismo não é a única religião na mira das perseguições, arbitrariedades e regulamentações do Partido Comunista. Todas as organizações religiosas estarão sujeitas às exigências autoritárias dos autocratas e dirigentes governamentais, que pretendem criar um estado político compulsoriamente ateu. Um estado que se dispõe a usurpar o lugar do Deus verdadeiro, para receber a adoração e obediência exclusivas que são devidas unicamente a ele. Quem está por trás desta depravação é Satanás, o Diabo, que manipula governos para fazerem a sua vontade, com o objetivo de promover coercitivamente o estado como um novo deus. Sem dúvida nenhuma, o estado é um “deus” moderno, usado pelo Diabo para afastar as pessoas da adoração verdadeira.

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Não importam as circunstâncias, os cristãos devem permanecer leais ao Criador. Como o próprio Cristo advertiu, a lealdade exclusiva a Deus iria despertar o ódio e a animosidade de inúmeros opositores. “O escravo não é maior do que o seu amo. Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós; se observaram a minha palavra, observarão também a vossa. Mas, farão todas estas coisas contra vós por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou.” (João 15:20, 21).

Isto não deve ser surpresa nenhuma. Cristo exortou, prudentemente: “Sereis pessoas odiadas por todas as nações.” (Mateus 24:9) De maneira que a situação mundial – e a hostilidade geral contra cristãos – ainda deve piorar e muito. O que estamos vivenciando é apenas um “princípio das dores de aflição”. O pior ainda está por vir. E embora circunstâncias difíceis acabem por testar a nossa fé, não devemos jamais esmorecer.Estes dias turbulentos e trágicos eventualmente convergirão para a grande tribulação, que invariavelmente chegará a um fim. Ao suportar as aflições que mundanos apartados do Deus verdadeiro nos obrigam a enfrentar, devemos nos lembrar que todas estas dificuldades são passageiras. “Tudo posso naquele que me fortalece”. (Filipenses 4:13).

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