Da Redação JM Notícia

 O Facebook censurou nesta terça-feira (26) uma imagem de jovens evangélicos com a Bíblia na mão, alegando que a publicação viola os “Padrões da Comunidade”.

A imagem é de jovens da Assembleia de Deus Madureira em Araguaína, município localizado no Tocantins.

A publicação na rede social foi feita pelo Jornalista Cristão Ricardo Costa, de um link publicado no site JM Notícia, que trata sobre encontro que a juventude irá realizar nos dias 02 e 03 de março na cidade, em Araguaína -TO.

“Mais uma vez presenciamos ação do Facebook contra postagens conservadoras/cristãs em sua plataforma. Esta não é a primeira vez, lamentamos e repudiamos tal represália contra a ala conservadora”, disse Ricardo Costa.

Foto da Imagem censurada pelo Facebook nesta terça-feira (26) – Foto: Giovanna Felipiak

Represália

Em 2018, o presidente Jair Bolsonaro já estava alertando pelo Twitter, a exclusão de páginas de direita pelo Facebook, o qual ele classificou de “muito grave”.

Na época, Bolsonaro destacou que foram pelo menos dez páginas excluídas, “incluindo as de Paulo Eduardo Martins, Eder Borges e República de Curitiba”.

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Eder Borges é um ativista conservador paranaense, conhecido por sua posição contra a esquerda. A “República de Curitiba” possuía 800 mil seguidores.

EUA

No Estados Unidos, o Facebook adotou estratégia de intensificar o bloqueio de páginas que promovem uma visão crítica em relação ao progressismo. E os principais alvos são cristãos que ocupam posição de formação de opinião.

O caso mais recente é o da blogueira Elizabeth Johnston, conhecida nos EUA como “The Activist Mommy” (“a mamãe ativista”, em tradução do inglês), que voltou a ter sua página censurada pelo Facebook. Algo semelhante já havia acontecido em 2017, quando Elizabeth sofreu censura por fazer afirmações sobre a homossexualidade a partir da visão bíblica.

Trump estuda decreto

Em outubro de 2018, a Casa Branca iniciou um estudo de um projeto de ordem executiva para o presidente Donald Trump que instruiria as agências antitruste e policiais a abrirem investigações sobre as práticas de empresas de mídia social, como Google e Facebook, que configuram censura ao pensamento conservador.

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Frequentemente Trump acusa essas empresas de silenciar vozes conservadoras e fontes alternativas de notícias online: “A mídia social está discriminando totalmente as vozes republicanas/conservadoras. Falando em voz alta e claramente para a administração Trump, não vamos deixar isso acontecer. Eles estão fechando as opiniões de muitas pessoas à direita, enquanto ao mesmo tempo não fazem nada aos outros”, afirmou o presidente dos EUA em agosto, numa publicação feita no Twitter.

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