Chá e Networking reúnem mulheres de negócios da Adhonep

Temática do encontro foi sobre a importância da mulher cristã estar antenada com o seu tempo e atuante na sociedade

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Da redação

 Temática do encontro foi sobre a importância da mulher cristã estar antenada com o seu tempo e atuante na sociedade. Foto: Divulgação

No último sábado (15) mulheres pertencentes ao grupo de Apoio Feminino da ADHONEP (Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno) participaram de uma tarde de chá e networking para falar sobre a importância da mulher cristã estar antenada com o seu tempo e atuante na sociedade. O evento foi coordenado pela administradora Glaucia Patrício e pela contadora Vera Almeida, e recepcionado pela chef Márcia Gomes, que escolheu o local, o CDesgin Hotel, no Recreio dos Bandeirantes, e o Bistrô Variettá para assinar o menu.

A abertura do encontro foi comandada por Vera Almeida, que contou a história da ADHONEP, a atuação desta instituição no Brasil e no mundo e o nascimento do apoio às mulheres de negócios. Em seguida, a economista Geni de Jesus apresentou a “Revista Resposta”, que não fala de política e nem de religião, mas é recheada com depoimentos de superação de mulheres que não se deixaram vencer pelos diversos problemas apresentados pela vida, na carreira, no relacionamento familiar ou questionamentos internos. Pessoas que foram capazes de entender e acreditar que podem sim superar qualquer adversidade.

Nesta edição, a preletora convidada foi a psicóloga e assistente social Rita Lara, que contou sua história de vida: as batalhas que enfrentou, os aprendizados, a necessidade de seguir em frente, mesmo caminhando em meio a dor, e a recompensa por não ter desistido de lutar e acreditar: “Eu levei dez anos para me formar, mas eu não desisti. Uma vez eu ouvi um homem sábio dizer que o cemitério é onde tem os melhores talentos e riquezas. Isto quer dizer que tem muitas pessoas que morrem com os seus talentos, os dons vão sendo enterrados junto com elas. Quando eu ouvi isso eu falei que não quero ser enterrada com os meus talentos. Eu quero viver com todos eles, e que de alguma forma eles frutifiquem para tocar e transformar o outro… Hoje, eu vejo mulheres saindo de suas gaiolas e voando como pássaros livres. Foi o que aconteceu comigo: eu tive que sair de uma gaiola de ouro para me deixar conduzir por uma mão sobrenatural! E quando tomei esta decisão, esta mão sobrenatural que até hoje me conduz, me trouxe e ainda traz tantas coisas maravilhosas que tenho vivido até hoje“.

O evento foi encerrado com o louvor “Sobrevivi”, cantado por Margareth Lukas, que foi a confirmação de promessas para todos aqueles que confiam, esperam e não desistem: “Tem coisa boa chegando/Tem algo acontecendo/ E não importa o que eu sofri/ O que importa é que eu sobrevivi”.

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