Da redação JM

“Se há uma investigação sobre alguém, alguma lideranca, essa pessoa precisa ser afastada para que a noiva não sofra a penalidade”, declarou

Recentemente, após ser preso e passar por uma série de humilhações dentro da cadeia, por ter sido acusado de ter abusado do seu afilhado em 2016 pela cantora Bianca Toledo, o pastor Felipe Heiderich voltou as ministrações da palavra de Deus.

Ele foi inocentado de todas as acusações pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em abril deste ano e no dia 13 de julho voltou a pregar, sendo o preletor na Assembleia de Deus Libertados pela Graça, em Campo Grande, Rio de Janeiro e desabafou:

” Foi difícil relembrar a carta daqueles pastores exigindo que eu nunca mais na vida colocasse os pés na igreja. Mas foi um tempo de cura para essa lembrança ao ver que Deus se fez presente” relatou o pastor sobre sua pregação.

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Princípio enquanto era investigado

Agora, em um vídeo divulgado em suas redes sociais, o pastor conta que guardou um princípio durante todo esse período de provação que viveu enquanto durou o processo movido contra ele: não aceitar convites de igrejas para pregar enquanto não saísse a sentença final.

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“Sempre defendi um princípio: Se há uma investigação sobre alguém, alguma liderança, essa pessoa precisa ser afastada para que a noiva não sofra a penalidade. Se for condenado, que permaneça afastado e pague o que for necessário; se inocentado, que seja restaurado com honras. Durante o processo essa pessoa precisa de cuidados e não de estar no altar (isso só faz mal a quem ministra e a quem é ministrado porque gera dúvida e põe a idoneidade da Noiva de Cristo em descrédito. Se sempre acreditei nisso e agi assim no meu ministério. Se não aplicasse o mesmo princípio a mim, seria HIPOCRISIA, por isso, não aceitei convites para ministrar ou sequer fazer uma oração no Altar. Temor e tremor”, escreveu.

Agora, declarado inocente pela justiça, Felipe pode ir livremente às igrejas testemunhar o que passou durante todo esse doloroso processo.

“Hoje , quando subo ao Altar tenho, não só, as mãos limpas e inocentes, mas também uma justiça humana que ratifica isso”, finalizou.


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