Redação JM Notícia

Na semana passada, o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) entregou ao procurador-geral da República Augusto Aras um ofício relatando ameaças que teria recebido do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

O documento cita o envio de fotos por WhatsApp e a suspeita da montagem de um QG dos dossiês no Rio.

Em uma das fotos enviadas pelo próprio governador, ele aparece vestido de toga de juiz dizendo a Otoni para se lembrar de onde ele, Witzel, veio.

“Não entendi. O que o senhor quer dizer com isso? É uma ameaça, governador?”, respondeu Otoni.

A resposta foi: “Jamais ameaçaria um parlamentar de mau injusto”.

Sobre os dossiês, Otoni diz que há uma equipe criando documentos com denúncias contra deputados do PSC e seus familiares que são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro ou desafetos políticos do governador. Mas o documento apresentado na PGR é assinado apenas por Otoni de Paula.

Procurado pela revista Época, Witzel não confirmou a autenticidade da mensagem, mas emitiu uma nota negando a existência “bunker” no Palácio Guanabara, dizendo que a sede do governo fluminense é um local “aberto permanentemente ao público e a visitantes diários interessados em temas de governo e não em teorias conspiratórias sem fundamento”.

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