A “obra” foi nomeada como “Bíblia Profana: Edição Padrão Muito Revisada”. Foto: Reprodução

A Universidade do Sul do Maine, nos Estados Unidos, foi envolvida em uma polêmica, recentemente, por causa de uma exposição de “arte”.

O espaço estava reservado para um trabalho acadêmico. A proposta era de que os estudantes utilizassem uma publicação já existente para criar algo novo esteticamente.

Então, um aluno chamado Riley Harris, de 20 anos, decidiu rasgar as páginas de uma Bíblia para que a forma das folhas se parecesse com chamas – uma referência ao inferno. Além disso, ele colou o rosto de um demônio chamado Baphomet em uma imagem do corpo de Cristo (foto acima). A “obra” foi nomeada como “Bíblia Profana: Edição Padrão Muito Revisada”.

“Meu trabalho como artista é criar algo que provoque uma reação. Isso provocou uma reação enorme, positiva e negativa, pelo que vi”, disse Harris ao canal televisivo WMTW8.

Cristãos refutam a proposta

Entretanto, uma moça cristã que frequenta o prédio da Universidade contou para o pai, que se chama Charlie Flynn, sobre a exposição.

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“Este é o Texto Sagrado de alguém sendo profanado, destruído e exibido em um local público”, disse Flynn ao Central Maine, após levar o caso à mídia.

Ao ser questionado sobre a escolha do tema, Harris disse: “As pessoas questionam diferentes tipos de autoridade, mas, por algum motivo, a autoridade religiosa parece ser tabu demais para se questionar, então pensei em tentar”.

Semelhantemente, a instituição concordou com a ideia: “A universidade apoia os direitos de liberdade de expressão para todos os estudantes”.

Em contrapartida, um comentarista de rádio, chamado Todd Starnes, acrescentou na CBN News que protestar contra a exposição não seria o melhor caminho, mas, sim, conversar com os doadores da universidade e propor que eles interrompam o investimento, caso a fé das pessoas continue sendo atacada.

(Com CBN via Universal|DanielCruz)