“É difícil imaginar que ao longo de todos esses anos, essa teoria fraca e insubsistente, influenciou tanta gente de forma nefasta”

Por Pr. Gesiel Oliveira

É difícil imaginar que ao longo de todos esses anos, essa teoria fraca e insubsistente, influenciou tanta gente de forma nefasta nas escolas e faculdades de todo o mundo, desde o início da década de 80, quando a filósofa pós-estrutularista Judih Butler, criadora dessa loucura delirante chamada de “Ideologia de Gênero“, começou a bradar nos centros de ciências humanas da Universidade da Califórnia em Berkeley, no EUA, esses ensinos desprovidos de base científica, que haveria um “gene gay” que determinaria a sexualidade do ser humano. Mas esse falso postulado foi germinado ainda bem antes, em na década de 40 em Paris, com a francesa Simone de Beauvoir, que escreveu diversas obras da qual se destaca um dos maiores clássicos do movimento feminista “O segundo sexo”, publicada em 1949. Beauvoir foi considerada uma das maiores teóricas do feminismo moderno. Algumas de suas frases mais conhecidas são: “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher” e também “Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado, que qualificam de feminino”. 

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O estudo, publicado na revista Science, aponta que, na verdade, que não há nenhum comprovação científica de um gene específico determinante para a sexualidade. Mas que fatores comportamentais são decisivos para que pessoas que se relacionem com pessoas do mesmo sexo.

Os pesquisadores das universidades de Harvard e Massachusetts Institute of Technology (MIT) examinaram a composição genética de 409 mil pessoas inscritas no projeto Biobank do Reino Unido e 68,5 mil registradas na empresa de testes genéticos do Projeto 23andMe. Os participantes foram selecionados exclusivamente entre pessoas que possuíam relações com parceiros do mesmo sexo.

Agora, 40 depois dos primeiros postulados, a universidade de Harvard anuncia o resultado de pesquisa que a vovó já sabia há muito tempo: não existe gene gay. Tudo não passa de influência comportamental behaviorista. Ou seja, gays influenciando e estimulando outras pessoas a serem gays. E se utilizaram desse engodo para se infiltrarem nas escolas e universidades por décadas. Demorou, mas a verdade veio à tona, mesmo que os terríveis efeitos e consectários sejam mais difíceis de serem contidos de forma imediata, especialmente no plano da base escolar e intelectual das academias. 

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Gesiel de Souza Oliveira – Membro da ALEA (Academia de Letras Evangélica do Amapá), ocupando a cadeira de nº 19.