Pastores, padres e demais líderes religiosos, no entanto, deverão seguir as recomendações do Ministério da Saúde

Apesar de uma nova decisão de hoje da Justiça Federal em Brasília excluir as igrejas do rol de atividades essenciais que não podem fechar durante a epidemia do novo coronavírus, a Advocacia Geral da União informou que elas poderão sim permanecer abertas no país.

O órgão diz que prevalece, no caso, decisão da última terça do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) que suspendeu liminar semelhante à de Brasília, de um juiz de Duque de Caxias (RJ).

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Pastores, padres e demais líderes religiosos, no entanto, deverão seguir as recomendações do Ministério da Saúde de evitar aglomerações, orientar os fiéis manter o distanciamento de 2 metros em relação a outras pessoas, sem cumprimentos.

A decisão de Brasília que havia proibido a abertura das igrejas foi remetido para o Rio de Janeiro, onde tramitará em conjunto com a decisão do TRF-2 que liberou as atividades.

Com O Antagonista