“Cruzes de igrejas não podem ficar mais altas do que a bandeira nacional”, decreta China comunista

Cada vez mais, as autoridades locais deixam de esconder a perseguição contra as igrejas. Algo que já existia muito antes da pandemia.

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O governo comunista da China tem aproveitado o momento de quarentena (isolamento) ao novo coronavírus (COVID-19) para reprimir os cristãos no país asiático.

Cada vez mais, as autoridades locais deixam de esconder a perseguição contra as igrejas. Algo que já existia muito antes da pandemia.

De acordo com o portal de notícias Bitter Winter, um membro de uma igreja no distrito de Dongshan foi ameaçado por uma autoridade local. O agente fecharia a igreja se a cruz não fosse removida. O motivo: o símbolo sagrado estava mais alto do que a bandeira nacional.

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Os cristãos na China

Segundo a organização Portas Abertas, a China é o 23º país mais perigoso para os cristãos viverem. Isso acontece, sobretudo, por causa da forte perseguição promovida pelo Partido Comunista chinês.

Assim, há um grande controle sobre as igrejas no país asiático. Inclusive eles podem até intervir no conteúdo das pregações. E as igrejas não autorizadas pelo governo a funcionar são consideradas clandestinas.

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