Grupos terroristas Fulani exibem armas, na Nigéria. (Foto: Reprodução/Premier)

Michael Nnadi foi sequestrado em 8 de janeiro no Seminário Good Shepherd, no estado de Kaduna, junto com outros três estudantes. Seus colegas sobreviveram, mas Nnadi foi encontrado morto mais tarde.

De acordo com o suposto líder e mentor por trás do sequestro, feito por terroristas muçulmanos, as razões para matar o seminarista foi o fato de ele se recusar a deixar de compartilhar o Evnagelho.

O terrorista Fulani, Mustapha Mohammed, de 26 anos, disse que fazia parte de uma quadrilha de 45 homens que atacou e sequestrou várias pessoas que viajavam pela via expressa de Abuja-Kaduna.

Falando ao The Daily Sun, Mustapha disse que o compartilhamento incessante do Evangelho por Nnadi fez com que ele “decidisse enviá-lo a uma sepultura precocemente”.

“[Mustapha] disse que o falecido continuava pregando e disse a ele para mudar seus maus hábitos ou pereceria desde o dia em que foi sequestrado ao lado de seus colegas”, informa o relatório.

O suspeito acrescentou que sua gangue tinha como alvo o seminário porque acreditava que poderia ganhar um bom dinheiro com o sequestro das pessoas de lá. Inicialmente, eles exigiram um resgate de US$ 250.000 da escola, mas acabaram reduzindo para US$ 25.000.

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Um membro da equipe do seminário chamou Nnadi de “seminarista jovem e talentoso” que era “órfão criado por sua avó”.

Nos últimos anos, a comunidade cristã da Nigéria tem sido alvo de ataques cada vez mais brutais nas mãos da milícia islâmica, com a Portas Abertas listando o país no número 12 na sua Lista Mundial de Perseguição de países onde os cristãos enfrentam a mais extrema perseguição por sua fé.

(Com Guiame)