Ex-aliados, Cinthia Ribeiro e Carlos Amastha. Foto: Reprodução

O ex-prefeito Carlos Amastha comentou a decisão da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa) de ter ingressado com uma ação declaratória de nulidade contra o Decreto 1.896 de 2020, que proibiu a venda de bebidas alcoólicas no município. A entidade informou ainda ter acionado o Ministério Público (MPE) para que apure supostas negligências da prefeitura.

Sobre o caso, Amastha tuitou:

Sacrifica o comércio

Conforme noticiou o JM Notícia mais cedo, o empresário Joseph Madeira, Presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), questionou por meio de nota, a decisão da prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) de proibir a venda de bebidas alcoólicas na Capital como forma de conter o avanço da Covid-19.

Para ele, “todas as medidas adotadas até o momento, inclusive a “Lei Seca” decretada na noite dessa sexta-feira, 15, são apenas proibitivas, atingindo principalmente o comércio”. “Infelizmente, não se observa por parte da Administração Municipal nenhuma ação proativa de apoio ao comércio, apenas ações restritivas e proibitivas”, afirma Madeira.

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Para Joseph, as proibições estabelecidas “não bastam e se mostram ser o caminho mais cômodo e que em nada contribui”. “Além das medidas necessárias recomendadas pelos órgãos de saúde, é imprescindível ouvir, contribuir e apoiar os empresários, cuja função é gerar empregos e transformar vidas, e que até agora estão sendo apenas sacrificados pelas ações adotadas pela prefeitura”, defendeu o presidente da Acipa.

Confira a íntegra da nota

“A Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa) questiona a medida adotada pela Prefeitura Municipal de Palmas porque percebe que todas as medidas adotadas até o momento, inclusive a Lei Seca decretada na noite desta sexta-feira, 15, são apenas proibitivas, atingindo principalmente o comércio.

Infelizmente, não se observa por parte da Administração Municipal nenhuma ação proativa de apoio ao comércio, apenas ações restritivas e proibitivas.

As proibições estabelecidas não bastam e se mostram ser o caminho mais cômodo e que em nada contribui. Além das medidas necessárias recomendadas pelos órgãos de saúde, é imprescindível ouvir, contribuir e apoiar os empresários, cuja função é gerar empregos e transformar vidas, e que até agora estão sendo apenas sacrificados pelas ações adotadas pela Prefeitura.

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Joseph Madeira

Presidente da Acipa”