Campanha para silenciar sites conservadores ganha força o Brasil. Foto: Reprodução

O relatório produzido por consultores legislativos divulgado na segunda-feira, 01 classificou sites conservadores como divulgadores de “notícias falsas”. O documento foi produzido a pedido da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, que está em curso atualmente no Congresso Nacional. A classificação negativa aos portais de direita e até mesmo cristão foi dada, segundo a relatoria da comissão, após consulta de seis agências verificadoras. Consultadas pela reportagem do site Gazeta do Povo, um dos sites na lista negra da CPI, todas as agências negaram a classificação e, ainda, afirmaram nem terem sido acionadas pelo Legislativo para fazer a validação.

Perseguição

Entre o portais listados está também o site cristão Gospel Prime.

Em nota, o Prime disse que “ao longo de mais de 10 anos de existência, o portal tem pautado sua atuação na verdade, na ética e no respeito, mas reservando-se sempre ao direito de embasar nossas pautas em uma visão cristã, o que acaba por irritar certos grupos, cuja visão de mundo consiste em perverter valores e desconstruir a cultura judaico-cristã“.

A Gazeta do Povo disse, por meio de Ewandro Schenkel, chefe de redação, que “a apuração é matéria prima básica que norteia todo o trabalho desenvolvido pela redação da Gazeta do Povo. Classificar o nosso jornalismo como falso diz mais sobre os responsáveis pelo relatório  do que sobre o conteúdo que publicamos”.

Conexão Política na mira

Quem também tem sido alvo de perseguição do sistema que busca frear o avanço já consolidado dos portais conservadores é o Conexão Política. O portal, um dos maiores na cobertura verdadeira da política brasileira, virou alvo do grupo Sleeping Giants Brasil. A tática do Sleeping Giants resume-se a uma campanha de boicote contra iniciativas midiáticas alternativas, em que seus criadores julgam como “sexistas”, “racistas” ou “radicais” de alguma forma.

“A iniciativa visa censurar portais conservadores com pretexto de combater o ‘extremismo’, funcionando da seguinte maneira: pessoas anônimas se organizam registrando o anúncio da empresa exibido no site considerado ‘extremista’ e denunciam para as respectivas empresas alegando que suas marcas estão sendo veiculadas em um site considerado radical ou qualquer outro adjetivo desprovido de significado substancial, mas que possui uma carga linguística negativa pesada, induzindo e condicionado que essas empresas boicotem os sites e, sem qualquer direito ao contraditório, produz uma queda considerável da receita lucrativa dessas mídias alternativas”, explica o Conexão.

JM Notícia também é alvo

O portal JM Notícia, um dos maiores portais cristãos do norte do Brasil e de trabalho conhecido em grande parte do país, também tem sido alvo de boicotes das redes sociais e até de membros políticos por causa de seu conteúdo conservador.

Seu editor-chefe, Ricardo JM, venceu um processo contra o ex-BBB Jean Wyllys, que o acusou de fake news, mas foi desmentindo pela justiça. Pioneiro no jornalismo cristão web do estado, Costa foi alvo da fúria progressista do deputado Jean Wyllys por denunciar um projeto contra a família.

O Facebook costumeiramente, sem dar explicações, restringe a página do JM Notícia. Já chegou até mesmo a censurar foto de jovens evangélicos do TO com a Bíblia na mão.

Deputados são “fake news”

Comentando o caso, o pastor e teólogo Franklin Ferreira criticou os deputados integrantes da Comissão e os chamou de propagadores de notícias falsas.

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