“Além de várias bases estarem fechadas, algumas estão funcionando em estado precário. O Estado não tem soldados para ocupá-las”, informaram os vereadores. Foto: Divulgação

Um grupo de 16 vereadores da Capital subscreveram ofício do vereador Erivelton Santos (PV) ao Governador do Tocantins, Mauro Carlesse, para que o chefe do Executivo possa dar andamento à realização do Concurso Público para provimento de 1.000 (mil) vagas para o Curso de Formação de Soldados (CFSD) – da Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO), anunciado pelo Coronel Jaizon Veras Barbosa, Comandante Geral da corporação, durante solenidade comemorativa dos 30 (trinta) anos das Polícias do Estado na Assembleia Legislativa, realizada no dia 24 de dezembro de 2019.

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Conforme o parlamentar, este pedido apresentado justifica-se diante da inescusável e crescente demanda no diz respeito ao aumento (ou ao menos à reposição) do efetivo das forças de segurança estadual que, conforme estudo feito e apresentado anexo ao ofício, se mostra medida inadiável frente à insuficiência do atual efetivo da corporação da PM do Tocantins.

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No estudo apresentado, observam os solicitantes que em janeiro de 2018 o Estado do Tocantins lançou concurso para a Polícia Militar, tendo como banca organizadora a AOCP Concursos Públicos. O certame ofertou 1.040 (mil e quarenta) oportunidades, distribuídas 1.000 (mil) para o cargo de Soldado e 40 (quarenta) para o cargo de Oficial, porém, acabou sendo cancelado devido às supostas irregularidades no contrato celebrado com a banca organizadora, bem como por recomendação do Ministério Público de Estado do Tocantins. Desde então, a população do Estado e muitos candidatos que têm se preparado, inclusive pagando cursos preparatórios, aguardam, angustiadamente, a realização de novo certame.

A falta de agentes militares é constatada ainda, conforme o Vereador, por levantamento feito por seu mandato no primeiro trimestre deste ano, quando constatou-se que dezenas de bases de segurança comunitárias da Capital estão fechadas devido à falta de efetivo. “Além de várias bases estarem fechadas, algumas estão funcionando em estado precário. O Estado não tem soldados para ocupá-las. Pedimos que o governo agilize esse concurso, devido a extrema importância de profissionais da segurança pública”, explicou.

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