Cinco das sete igrejas do Ministério Flordelis, comunidade evangélica que leva o nome da deputada federal denunciada sob acusação de planejar o assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, fecharam as portas após o crime. A igreja, que já teve até 5.000 membros, hoje conta com apenas 200 fiéis, segundo apurou o UOL. Eles integram o “núcleo duro” de seguidores da líder religiosa.

Apenas dois templos seguem em atividade: um culto ministrado na última quinta-feira (3) na sede, no bairro do Mutondo, em São Gonçalo (RJ), contou com a participação de apenas 30 pessoas, segundo reportagem do jornal “Extra” —o local chegou a receber mais de mil pessoas.

Flordelis só não foi presa por suspeita de envolvimento no crime porque tem imunidade parlamentar pelo cargo que ocupa. Ela nega qualquer participação no crime.

A única filial da igreja fica localizada no bairro Piratininga, em Niterói (RJ). No meio religioso, há comentários de que a debandada acentuada de fiéis faz com que o fim da instituição seja “questão de tempo”.

“O comportamento da Flordelis após a morte do pastor Anderson fez com que ela perdesse a credibilidade. Então, as pessoas começaram a se desligar. Os fiéis deixaram de acreditar nela. Na mesma semana do crime, cerca de 400 fiéis se desligaram”.

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