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Brasil/Mundo

Barroso chama atos do 7 de setembro de “manifestações pré-iluministas”

O presidente do TSE também afirmou que a implantação do voto auditável “traria confusão e balburdia”

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Na manhã desta quarta-feira (25), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou que os atos marcados para o dia 7 de setembro são “manifestações pré-iluministas” e que não ameaçam a democracia do país.

O ministro participava do o evento Expert XP e pode comentar sobre a crise institucional que se estabeleceu no Brasil desde o início da pandemia, sendo que nas últimas semanas ganhou elementos maiores que colocaram o Poder Executivo contra o Legislativo (vice e versa).

Barroso disse que “apesar da turbulência”, as instituições estão funcionando. Ele também destacou o papel da imprensa para ajudar o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional a estabelecerem os limites adequados para conter a “companha de ódio” e a “indústria de mentiras” no país.

Sobre o voto impresso, polêmica que levou o presidente Jair Bolsonaro a disparar contra Barroso, o presidente do TSE disse que o assunto “desviou o foco dos verdadeiros problemas” e que a implantação do voto auditável “traria confusão e balburdia”.

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