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Brasil/Mundo

Biden hasteia a bandeira LGBT na embaixada dos EUA no Vaticano e é criticado

Entre os críticos está o pastor Franklin Graham que entendeu a decisão como um desrespeito ao simbolismo religioso do Vaticano

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Em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o presidente dos EUA, Joe Biden, resolveu hastear a bandeira LGBT nas embaixadas americanas, incluindo no Vaticano.

“A Embaixada dos Estados Unidos na Santa Sé celebra o #MêsdoOrgulho com a bandeira do Orgulho em exibição durante o mês de junho. Os Estados Unidos respeitam a dignidade e a igualdade das pessoas LGBTQI+. Os direitos LGBTQI + são direitos humanos”, diz a publicação do governo no Twitter.

A decisão foi bastante criticada, pois vai de encontro com o entendimento da Igreja Católica, que é quem governa o Vaticano.

Entre os críticos está o pastor Franklin Graham que entendeu a decisão como um desrespeito ao simbolismo religioso do Vaticano.

“Que insulto à Igreja Católica! Esta bandeira está promovendo uma agenda, não um país, e dar a ela o mesmo valor que a bandeira americana é errado. Parece que o governo Biden não tem limites sobre o quão longe eles irão para ofender a Igreja Católica”, disse o pastor.

Graham comparou a decisão de Biden com a do ex-presidente Donald Trump. “O presidente Donald J. Trump tinha uma regra de bandeira única — apenas uma bandeira podia ser hasteada no mastro americano em nossas embaixadas — e essa era a bandeira americana. Não é assim que deveria ser?”, questionou.

O autor católico John McNichol também criticou a decisão e disse que o governo Biden está demonstrando abertamente desrespeito pela Igreja Católica.

“Estou completamente enojado. Na minha opinião, dada a posição da fé católica sobre a atividade homossexual, tal ação tem menos em comum com a obtenção e promoção de direitos iguais para as pessoas do que um tapa na cara da fé católica por suas posições”, escreveu ele, de acordo com Life Site News.

O autor disse ainda que lamenta a ação de hostilidade do governo norte-americano para com o catolicismo autêntico e questinou a falta de bandeiras de outras causas em outras embaixadas como a bandeira da Anistia Internacional, do Tibete Livre ou de outros símbolos semelhantes nas embaixadas americanas na China.

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