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Mundo Cristão

Cientistas dizem que ‘explosão superaquecida’ vinda do céu destruiu Sodoma e Gomorra

Segundo o pesquisa, entre 40.000 e 65.000 pessoas habitavam aquela região quando a calamidade cósmica atingiu a cidade e destruiu tudo

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O arqueólogo Phillip Silva da Trinity Southwest University, em Albuquerque, Novo México (EUA) revelou há 3.700 uma explosão de meteoro destruiu cidades, aldeias e fazendas na região norte do Mar Morto.

A descoberta pode estar correlacionada com o relato bíblico de Gênesis sobre a destruição de Sodoma e Gomorra.

De acordo com o cientista, uma “explosão superaquecida vinda dos céus” causou um enorme deslocamento de ar que destruiu tudo na planície da região em um raio de 24 quilômetros.

Para chegar à data do acontecimento, os cientistas usaram datação por radiocarbono e minerais, que segundo eles, foram cristalizados imediatamente devido à alta temperatura da explosão causada pelo meteoro.

O que os cientistas estão encontrando na região tem ligação com o que lemos em Gênesis 19: “Deus destruiu as cidades da planície”, com “fumaça densa subindo da terra, como fumaça de uma fornalha”.

De acordo com o site Sciense News, escavações em cinco grandes locais de Ghor Médio, onde hoje é a Jordânia, indicam que todos estiveram continuamente ocupados por pelo menos 2.500 anos até um colapso coletivo repentino no final da Idade do Bronze. Pesquisas terrestres localizaram 120 assentamentos menores adicionais na região que os pesquisadores suspeitam que também tenham sido expostos a calor e vento extremos e indutores de colapso.

Segundo o pesquisa, entre 40.000 e 65.000 pessoas habitavam aquela região quando a calamidade cósmica atingiu a cidade e destruiu tudo.

Os pesquisadores estudam a região há 13 anos e dizem que a datação por radiocarbono indica que as paredes de tijolos de barro de quase todas as estruturas desapareceram repentinamente por volta de 3.700 anos atrás, deixando apenas fundações de pedra.

Além do mais, as camadas externas de muitas peças de cerâmica do mesmo período mostram sinais de terem se fundido em vidro. Cristais de zircão nessas camadas vítreas se formaram em um segundo em temperaturas extremamente altas.

Ventos de alta força criaram pequenos grãos minerais esféricos que aparentemente choveram em Tall el-Hammam, disse o pesquisador. A equipe também identificou esses pedaços minúsculos de rocha em fragmentos de cerâmica no local.

 

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