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Brasil/Mundo

Marco Feliciano compara CPI da COVID a câmara de gás e revolta judeus

Parlamentar postou no Twitter: ‘Não é uma CPI. É uma câmara de gás’

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Um dia após o deputado federal Marco Feliciano  (Republicanos-SP) comparar a CPI da COVID no Senado com as câmaras de gás usadas durante a Segunda Guerra Mundial, a comunidade judaica usou as redes sociais, nesta quinta-feira (29/4), para repudiar as falas do parlamentar pastor.

 

Na quarta-feira (28/4), Feliciano postou a seguinte mensagem pelo Twitter: “Não é uma CPI. É uma câmara de gás”.

 

 

 

Nas respostas do tuíte, alguns internautas repudiaram as falas do deputado. “Canalizo aqui as energias de todos os meus ancestrais executados em câmaras de gás pra mandar você pra ***, Marco. Eu e eles sabemos exatamente de que lado você estaria há 80 anos”, escreveu um perfil.

 

Em outro comentário uma pessoa afirma sentir “vergonha” pela comparação. “Meu Deus, isso é verdade? Estou envergonhada. Vergonha. Diminuindo o sofrimento do judeus. Ainda se diz amigo dos judeus. Vergonha”, postou.

 

Pelas redes sociais, o grupo “Judeus pela Democracia” também fez um post repudiando o comentário.

 

“As câmaras eram método de industrialização da morte, do genocídio em larga escala. Algumas na Alemanha nazista matavam até 2.000 pessoas por uso. Em que se comparam à CPI que busca investigar a negligência ao genocídio da COVID? Uma comparação desrespeitosa, sem sentido e imbecil.”

 

 

 

Holocausto

Holocausto é o nome que se dá para o genocídio cometido pelos nazistas, seguidores de Adolf Hitler, ao longo da Segunda Guerra Mundial.

 

O nazismo matou aproximadamente 6 milhões de pessoas entre judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová, deficientes físicos e mentais, opositores políticos. O grupo que mais foi vitimado no Holocausto foi o dos judeus.

 

Para prender e matar judeus, a  solução encontrada pelos nazistas foi a de promover a execução da classe em câmaras de gás, que foram sendo instaladas nos campos de concentração. A ídeia foi promovida pelo Programa de Eutanásia, também conhecido como Aktion T4.

 

Também foram construídos seis campos de extermínio com intuito de promover a execução de judeus. A diferença é que, nos campos de concentração, os judeus, além de executados, também tinham sua mão de obra explorada ao máximo. Sendo até mesmo, torturados.

 

Com informações Estado de Minas

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