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APEBE e CONPLEI entram no STF para impedir a retirada dos missionários das tribos indígenas na Amazônia

A ADI foi distribuída para o ministro Luís Roberto Barroso

Da Redação JM Notícia

Depois de entrar no Supremo Tribunbal Federal contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade
ADI 5668 do PSOL que quer tornar obrigatório o ensino da ideologia de gênero para crianças e adolescentes, sob o pretexto de combater o "bullyng", agora a  APEBE (Associação Pró-Evangélicos do Brasil e Exterior), ingressou nesta terça-feira, 26, com a segunda ação junto ao Supremo Tribunal Federal solicitando a habilitação como "Amicus Curiae".

Segundo informado ao site JM Notícia, a APEBE e o CONPLEI, vão pedir em suas argumentações o direito a sustenção oral no plenário do STF visando o urgente arquivamento da ADI 6622, de autoria do PT e da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) grupo indígena militante de esquerda ligado às pautas socialistas  que exige  a imediata retirada de missionários e pastores de todas as tribos indígenas de todo Brasil e especialmente das tribos da Amazônia.

 

 

De acordo com o presidente Nacional da APEBE, pastor Gesiel Oliveira, as Missões que já estão lá nas terras indígenas foram convidadas pelos próprios indígenas por serem muito bem conhecidas por eles, pela sua forte atuação nos âmbitos espiritual e humano.

A ação da APEBE, contará com o testemunho dos representantes indígenas da Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), considerada a maior associação indígenas do Brasil.

AÇÃO

De acordo com o STF, “a entidade e o partido afirmam que o contato decorrente da presença de missionários é extremamente preocupante, pois gera impactos não apenas nas condições saúde dos indivíduos, mas também nas suas formas de organização social. Por isso, sustentam que, com o dispositivo questionado, a União ameaça a integridade física dos povos indígenas isolados”.