Gospel

Após polêmica, pastor volta a pregar na internet; veja repercussão

Durante a transmissão, muitos seguidores parabenizaram a volta e disseram que não pode haver julgamentos, pois todos possuem pecados. Já outros se revoltaram com a permissão da igreja.

O pastor da igreja Assembleia de Deus Missões, Antônio Dionizio da Silva, que ficou conhecido após um vídeo polêmico denominado ‘pastor do tapinha na bundinha' voltou a fazer sermões em lives da página da igreja. Dezenas de fieis aguardaram para ver a transmissão e emitir opinião. Muitos desaprovam, mas outros parabenizam.

Os revoltados pediram a expulsão do pastor. "Volta volta como se nada tivesse acontecido. Se fosse um membro comum da igreja já teria sido expulso para nunca mais voltar", disse o internauta, que não quis se identificar.

O caso foi em outubro de 2020 e o pastor estava ausente da internet nos últimos 60 dias. Agora ele voltou a apresentar o programa ‘Abre o Coração'. Ele pregou sobre o tema ‘arrependimento ou emoção'. "É um momento especial. Existe uma perspectiva do que se espera. Eu sou pastor há quarenta e poucos anos e eu não sei fazer outra coisa, a não ser falar do amor de cristo."

Durante a transmissão, muitos seguidores parabenizaram a volta e disseram que não pode haver julgamentos, pois todos possuem pecados. Já outros se revoltaram com a permissão da igreja.

Yvan Perez Selage apoia Dionízio apoia o pastor e afirma que antes do cargo ele é homem. "Aquele que não tem pecado atire a primeira pedra. Antes de pastor ele é homem ser humano carnal como todos nós. Pastor não é super-homem, vamos orar esse é o papel da igreja. Julgar não vai adiantar nada. Ele vai prestar contas pra Deus vamos olhar pra Jesus".

Outra fiel aconselhou os incomodados a sair da igreja. "O meu conselho à quem é Santo, troque de igreja!". "Eu não entendo algumas pessoas dizendo que estão com nojo de ouvir é muito simples é só não ouvir rsrsrs", disse outra.

Em outubro, o pastor que ocupava a presidência ComadeMS (Convenção das Assembleias de Deus no Estado de Mato Grosso do Sul) se afastou por 60 dias, através de atestado médico. O total de 31 pastores emitiram nota de repúdio pelos atos de Dionízio.

Com Correio de Corumbá