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Bem vindo à era do "novo normal" da Big Tech!

Big Tech são as grandes empresas de tecnologia que dominaram o mercado nos últimos anos, e tem sido um  neologismo utilizado para reunir o conjunto de novas redes sociais e tecnologias que falam a mesma língua e defendem as mesmas pautas e a mesma agenda progressista, socialista e avessa a qualquer voz conservadora que se levante contra a sua forte doutrinação virtual gramiscista, anarquista, gayzista e a favor da ideologia de gênero em nível global.

Para quem não acreditava, e achava que se tratava apenas de "teoria da conspiração", a exclusão das redes sociais de Donald Trump de forma sincronizada e sem nenhuma oportunidade de defesa pelo Facebook, Instagram e Twitter, mostrou de forma explícita, e não mais camuflada, que há um mecanismo progressista que os une, visando calar qualquer voz conservadora que vá de encontro à agenda da Big Tech.

Estamos testemunhando uma das páginas mais perversas e negras da democracia moderna em tempos de redes sociais: a censura virtual. A impossibilidade de livre expressão do pensamento por critérios políticos e ideológicos dessas organizações supra nacionais.

Entre os direitos mais importantes que temos, depois do direito a vida, é o da liberdade, especialmente a liberdade de expressão. A seletividade e "caça às bruxas" contra lideranças conservadoras pela Big Tech é tão escancarada que continuam ativos os perfis nestas mesmas redes sociais do Nicolas Maduro, genocida ditador da Venezuela e o Ditador do Irã, Aiatolá Ali Kamei, dentre tantos outros facínoras, genocidas e ditadores, estão com seus perfis ativos.

O Twitter emitiu nota dia 08/01/2021 dizendo que: “Após uma análise cuidadosa dos tuítes recentes do @realDonaldTrump e do contexto em torno deles, suspendemos permanentemente a conta devido ao risco de mais incitação à violência”. Mas pergunta-se qual violência Trump comandou? Visto que na postagem anterior, o próprio Trump pediu paz, calma e que todos voltassem para suas casas? Chegamos ao tempo em que somos calados não pela justiça ou pelos governos, e sim por poderosas organizações virtuais que acreditam serem "censores da verdade e da justiça" com seus "termos de uso da comunidade" carregados de progressimos e globalismo que só censuram os que se posicionam com visões conservadoras.

Só para efeito de comparação, na madrugada do dia 10/01/2021 o jornalista da Veja Noblat fez uma das postagem mais asquerosas e carregadas de ódio e incitação à violência desejando que Trump e Bolsonaro se suicidassem. Ele escreveu no Twitter:

"Se Trump optar pelo suicídio, Bolsonaro deveria imitá-lo. Mas para que esperar pela derrota na eleição? Por que não fazer isso hoje, já, agora, neste momento? Para o bem do Brasil, nenhum minuto sem Bolsonaro será cedo demais" https://t.co/wJyqu7zUZK — Blog do Noblat (@BlogdoNoblat) E qual foi a reação do Twitter? apenas se limitou a remover a publicação, mas não houve nenhuma suspensão temporária de sua conta, muito menos banimento. Seja bem vindo à era do "novo normal" da Big Tech!

Pastor Gesiel Oliveira