Eli Borges cobra provas de que o uso medicinal da maconha não traz malefícios

Redação JM Notícia

O deputado federal Eli Borges (SD-TO) participou da Comissão Especial que discute o projeto de lei 0399/2015 que visa que permite a comercialização no território nacional de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa, popularmente chamada de maconha.

Ao ouvir parlamentares de esquerda criticando as igrejas pela proibição destes produtos, Eli Borges pediu respeito e cobrou estudos que possam garantir que as pessoas que consumem estes medicamentos não terão problemas no futuro.

"Essa resposta precisa ser profunda, científica e tem que trazer efetivamente um contéudo de solução prolongada e efetiva. Não é isso que vejo ser discutido por aí", declarou.

Eli Borges tem feito um trabalho no Tocantins em apoiar casas de tratamentos para dependentes químicos e coloca sua preocupação em que além dos medicamentos, também seja autorizado o uso recreativo da droga.

"Percebe-se que atrás de uma criança sofrida, um mãe sofrida, tem muita gente se escondendo. Vamos aos números, olha lá no Uruguai e vejam que lá no Uruguai a coisa não melhorou. E lá na Holanda, será que melhorou? Não, piorou", disse.

Eli Borges disse que no aspecto medicinal ele quer ouvir de cientistas se não haverá problemas no futuro, mas que ele é totalmente contra à liberação de drogas para uso recreativo e criticou o Supremo Tribunal Federal que pode "legislar" sobre o tema.

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