Rede abortista disseca bebês que sobrevivem a aborto

Uma sócia da rede afirmou que um bebê que sobrevive a um aborto aparece
Mundo

O Center for Medical Progress (CMP) divulgou um vídeo em 30 de junho no qual sócias da Planned Parenthood nos Estados Unidos (PPFA) admitem sob juramento que dissecam inclusive bebês que sobrevivem a um aborto para obter tecidos.

O vídeo mostra Perrin Larton, Administradora de Processos para Planned Parenthood da empresa Advanced Bioscience Resources, Inc. (ABR), afirmando que um bebê que sobrevive a um aborto aparece "uma vez a cada dois meses".

Ao ser perguntada sobre a forma como os tecidos são obtidos, Larton disse que "dissecamos para obter os tecidos que os pesquisadores solicitaram".

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À pergunta sobre os batimentos cardíacos do feto ou do bebê sobrevivente, uma advogada interrompe e diz que Parton não “é médica e não está aqui para testemunhar sobre as condições médicas ou biológicas do feto quando é eliminado da mãe”.

Ao ser novamente perguntada sobre se o bebê tem ou não os batimentos cardíacos, Parton responde que isso “dependeria”. Quando solicitada para a precisar a sua resposta, admite que “posso ver corações que estão não em um POC [produto da concepção] intacto que estão batendo independentemente [sic]”.

Também aparece no vídeo de 30 de junho, explicando a “viabilidade do feto”, a Dra. Deborah Nucatola, ex-diretora sênior de serviços médicos da Planned Parenthood e que ficou conhecida por um vídeo secreto em 2015, no qual explica como esta organização vende órgãos de fetos abortados a uma tarifa “razoável”.

"Não define isso. Viabilidade é ... Bem, eu defino isso às vezes. Existem muitos critérios que podem ser usados ​​para determinar a viabilidade... Depende de onde você trabalha. A viabilidade é determinada caso a caso. Várias coisas podem ser usadas: peso fetal estimado, idade gestacional, saúde do feto, disponibilidade de intervenções", disse Nucatola, segundo informa a plataforma pró-vida Live Action.

Live Action recorda em uma nota que o objetivo do aborto é acabar com a vida de um nascituro, portanto, é muito provável que “nenhum bebê seja considerado viável se nascer acidentalmente vivo lá [em uma clínica da PFFA], independentemente da idade gestacional, peso ou saúde".

O diretor do CMP, David Daleiden, questionou "quanto mais as autoridades públicas permitirão que a Planned Parenthood e seus sócios vendam crianças vivas dentro e fora do útero e depois as matem através de uma "colheita" de órgãos?

Daleiden lembrou que as autoridades “já processaram aqueles que vendem partes de águias. Certamente, vender partes do corpo humano de uma criança com o coração palpitante é pelo menos tão sério quanto um crime”.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz para ACI Digital no Brasil.