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Brasil/Mundo

Psicóloga Marisa Lobo comenta sobre Round 6: “banaliza a perversidade”

A série tem recebido críticas em vários países do mundo

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A psicóloga cristã Marisa Lobo publicou artigo pontuando aspectos negativos da série “Round 6”, da Netflix, uma produção que tem recebido muitas críticas ao redor do mundo por conta do conteúdo cheio de violência física, mental e apologia ao abuso de drogas e suicídio.

Para a psicóloga, a série explora de forma negativa vários assuntos, promovendo a “banalização da violência”. “Diferente do que acontece em filmes de ação, policiais ou de suspense, nos quais o crime é retratado da forma que merece – ou seja, sendo condenado, combatido e moralmente repudiado –, alguns filmes com conteúdos extremamente populares no mundo atual fazem o inverso disso, chegando até a romantizar situações trágicas como o suicídio”, disse ela.

Round 6 mostra um jogo sórdido onde pessoas endividadas e sem perspectiva de vida aceitam participar e lutam pela sobrevivência sendo submetidas a situações diversas.

“O fato é que, nesse jogo, vale praticamente tudo pela sobrevivência, inclusive a violência extrema. Há cenas de assassinato, suicídio, sexo, pederastia, tráfico de drogas. Muito do que não presta é explorado e exibido na série Round 6”, comentou Marisa Lobo.

A profissional se preocupa principalmente com a forma com que os jogos são apresentados, usando brincadeiras infantis, atraindo assim o público menor que a classificação indicativa da obra que é recomendada para maiores de 16 anos.

“Toda a violência está associada a uma linguagem infantil, que são os jogos. Com isso, crianças e adolescentes são facilmente atraídos para algo aparentemente ‘inocente’, mas que, no final das contas, só explora a perversidade, o terror e a zombaria de forma banalizada”, alerta ela.

Marisa Lobo também aconselha os pais: “Não permitam que os seus filhos assistam à série Round 6. Sei que é difícil, em alguns casos, controlar isso, sobretudo com relação aos adolescentes. Nestes casos, recomendo que, antes da proibição, vocês se sentem juntos e conversem. Recomendo isto mesmo com jovens enquadrados na classificação indicativa, que é de 16 anos”. Leia na íntegra.

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