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Brasil/Mundo

Relatório do UNICEF sugere que pornografia “nem sempre” é prejudicial para crianças

Documento diz que 39% das crianças espanholas ficaram felizes ao terem contato com conteúdo pornográfico

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No relatório publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) com o título de “Ferramentas de garantia da era digital e direitos das crianças online” é possível ler que as crianças podem ter acesso a material sexualmente explícito de acordo com sua idade e maturidade.

O texto tem revoltado grupos por sugerir que as crianças têm o direito humano de acessar pornografia online e por meio de educação sexual.

Analisando uma pesquisa feita em 19 países da União Europeia, o documento diz que as crianças que viram imagens pornográficas ficaram “nem chateadas nem felizes”. O estudo diz ainda que 39% das crianças espanholas ficaram felizes depois de ver pornografia.

O arquivo foi denunciado pelo Centro da Família e dos Direitos Humanos (C-Fam), uma organização americana envolvida no debate político da ONU. Dias depois, o UNICEF retirou o relatório de seu site e republicou uma nova versão, excluindo as declarações denunciadas pelo C-Fam.

No Brasil vários conservadores estão levantando a voz para denunciar a tentativa de UNICEF de legalizar o abuso sexual de menores, pois a exposição de conteúdo pornográfico para crianças já representa abuso.

O relatório na UNICEF pode ser lido em inglês neste link.

Pastora alerta pais para o conteúdo das redes sociais

A pastora Jackeline Hayashi, da Zion Church em São Paulo, tem alertado os pais quanto aos perigos das redes sociais, principalmente o TikTok que não tem filtro de conteúdo.

“Papai e mamãe, vocês ficaram chocados com o que a UNICEF publicou recentemente? Sim? Fiquei chocada também! Mas me choca mais ver pais cristãos dando celulares para seus filhos acessarem tiktok porque todo mundo dá, mas agora se chocam porque falaram que pornografia para crianças pode não ser prejudicial. Ué! Vocês sabiam que no tiktok só o que tem é soft porn?”, questionou.

Líder do grupo infantil G52, Hayashi produz um trabalho nas redes sociais para ensinar pais a ensinarem seus filhos sobre os princípios bíblicos e protegê-los de conteúdo malicioso.

“Pais, não esperem que os outros façam pelos seus filhos aquilo que você não está disposto a fazer”, diz ela após citar várias situações onde as crianças são expostas a conteúdo pornográfico.

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