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Vereadores de Palmas voltam a atacar secretário do Desenvolvimento pela questão dos quiosques

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Da Redação JM Notícia

O vereador Filipe Fernandes (DC) usou o plenário da Câmara Municipal de Palmas para criticar o decreto nº 1.656 que regulamenta a ocupação de áreas públicas para fins comerciais, incluindo os quiosques.

Na visão do parlamentar, o decreto irá encarecer os custos dos empreendedores que não terão condições de conseguir seguir todas as regras exigidas no decreto.

As críticas foram direcionadas ao secretário de Desenvolvimento Econômico, Kariello Coelho, a quem Fernandes declara que “não desenvolve nada” e ainda “atrasa o crescimento” da cidade.

“[Ele] continua bancando este desemprego com as ações do seu gestor, derrubando quiosques”, declarou o vereador. Pelas contas de Filipe Fernandes, os comerciantes precisarão gastar de R$ 70 mil a R$ 80 mil para se adequar às exigências arquitetônicas do decreto.

“Quando falo que a Secretaria de Desenvolvimento Econômico banca o desemprego, eu falo e mostro o porquê. Porque está arrebentando a vida dos empresários, destruindo locais de empregos”, declarou.

Essa não foi a primeira vez que o parlamentar do DC criticou Kariello. O secretário da Sedem tem sido alvo constante de ataques na Câmara e há um pedido para que ele seja ouvido pelos vereadores e outro para que ele seja destituído do cargo pela prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB).

Diogo Fernandes reforça críticas a Kariello

O vereador Diogo Fernandes (PSD) também abordou o tema em seu discurso no plenário. Ele declarou que a Sedem está impedindo o desenvolvimento da capital na geração de emprego, citando dados de que Palmas gerou menos vagas que Paraíso do Tocantins, Araguaína e Porto Nacional.

“Quem dá conta de cumprir regras insanas para atrapalhar o comércio e seu desenvolvimento?”, questionou o vereador ao defender os comerciantes.

Diogo tem feito várias críticas ao secretário na Câmara, principalmente em defesa dos comerciantes que estão sofrendo com o fechamento dos quiosques, prejudicando assim a renda de pais de famílias.

“Nós precisamos fomentar o comércio, não exigir uma reforma que custa aproximadamente R$ 70 mil. Quem tem condições? Só os grandes. Isto não pode acontecer”, declarou.
O parlamentar declarou que é necessário procurar o Executivo para reaver o decreto e assim evitar que os comerciantes sejam obrigados a acarcarem com valores tão altos para se adequarem às novas exigências.

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